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Amputação do reto: como é a cirurgia feita pela Preta Gil?

Descubra como a artista está lidando com a colostomia após amputação do reto e a importância do suporte emocional durante essa jornada de recuperação.

Notícias Publicado em 10/Set/2024 2 min de leitura
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Leitura em voz inativa.

Preta Gil compartilhou publicamente sua experiência com a amputação do reto em sua luta contra o câncer, mostrando como esse procedimento, embora delicado, pode ser fundamental para sua recuperação.

Os médicos realizam a amputação do reto quando outras opções de tratamento não são eficazes, ou quando o tumor está em uma área que impede sua remoção completa sem comprometer outras funções.

O objetivo da cirurgia

A principal finalidade da amputação do reto é a remoção completa do tumor, garantindo que o câncer não se espalhe para outras partes do corpo. Além disso, o procedimento busca preservar ao máximo a qualidade de vida do paciente, embora possa haver algumas alterações nas funções intestinais.

A cirurgia de amputação do reto

Durante a cirurgia, o cirurgião remove o reto, parte do intestino grosso, linfonodos da região e os músculos responsáveis pela continência fecal. Em seguida, o intestino grosso é exteriorizado através de uma abertura na parede abdominal, formando uma colostomia. A colostomia é uma bolsa coletora que permite a eliminação das fezes.

Após a cirurgia, o paciente precisará de cuidados especiais e acompanhamento médico para aprender a lidar com a colostomia. A adaptação à nova rotina pode levar algum tempo, mas existem diversos recursos e tecnologias disponíveis para facilitá-la.

A importância do apoio emocional

É fundamental que os pacientes que passam por esse tipo de procedimento tenham o apoio de familiares, amigos e profissionais de saúde. Acompanhamento psicológico pode ser muito útil para lidar com as mudanças físicas e emocionais causadas pela cirurgia.

A amputação do reto é um procedimento sério, mas que pode salvar vidas. É importante que os pacientes estejam bem informados sobre o procedimento e tenham acesso a um tratamento adequado e humanizado. A experiência de Preta Gil demonstra a importância de quebrar tabus em torno do tema. As informações são do Estado de Minas.

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